Consequências do Sistema de Cotas Raciais
Provavelmente era inevitável... https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/11/20/o-tribunal-racial-da-unb
Escrito por Luis Dantas às 11h29
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A Lei É Dura Mas É Lei
No Texas, a resistência ao casamento entre pessoas do mesmo gênero chegou a tal ponto que, poucos anos atrás, tornaram todos os casamentos ilegais. É um episódio desconcertante ao ponto de ser engraçado, e não deixa de evidenciar o quão ridículo é querer tornar a lei superior ao bom senso e à clareza de metas, valores e propósitos... o que, interessantemente, até mesmo texanos conservadores acabam por ter de admitir desta feita.
Escrito por Luis Dantas às 12h18
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Extratos do blog "O Pico da Montanha":
11 de novembro de 2009 P: - consta que Buda se lembrou de todas as suas vidas passadas; - noutro trecho, Buda diz que o "eu" não existe. Fiquei num impasse: se o "eu" não existe, QUEM viveu todas as vidas das quais ele se lembrava?
R: Boa pergunta. Primeiro: O Eu existe, mas é um fenômeno transitório, o produto da operação mental. Segundo: Não há um eu sobrevivente, mas uma onda de carma que se move e se manifesta em numerosas mentes diversas ao longo do tempo, há uma continuidade nisto, mas não de um eu ou de uma identidade. Em outras palavras é o carma que manifesta eus por gerar mentes que operam. Lembrar-se de manifestações passadas é acessar a memória de numerosos eus diversos na consciência depósito universal (alaya vijnana).
12 de novembro de 2009 E por isto na Escola Soto, Dogen já ensinou assim: sente, sem procurar atingir a iluminação, só pratique aqui sentado porque já é uma mente iluminada a mente sentada ou tem grande potencial de ser. Não tente alcançar nada porque se você ambicionar alcançar isto também vira outra armadilha. Uma mente aquisitiva, um materialismo espiritual, a tentativa de obter algo para si mesmo. Não precisa. Só sente e olhe, mais nada.
Às vezes a palavra zen é muito mal usada. Quando dizemos, esta pessoa é zen. Não. Zen também é encontrar a infelicidade, o sofrimento, então devemos andar dentro do sofrimento completamente. Saber sofrer também é a prática do zen. Entender a infelicidade completamente, percebê-la inteiramente. O pensamento que vem com ela, o sofrimento que vem com ela, a angústia que vem com ela também.
Escrito por Luis Dantas às 12h07
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Quais são os meus direitos? Cabe a mim dizer, não a algum outro.
Me surpreende que haja quem fale em consultar um advogado (ou juiz) para "conhecer os seus direitos"; afinal, direitos são um assunto que pertence à filosofia ética e à cidadania, não à Lei ou à Jurisprudência. Direitos são construídos com atos, principalmente atos de tomadas de responsabilidades e de compromissos. Causa-me espécie saber que há quem veja sentido em recorrer a intermediários externos e privilegiados, não raro pagando-os regiamente e dedicando-lhes enormes quantidades de tempo e atenção, supostamente para "conhecer" seus próprios direitos. A implicação seria de que as pessoas normalmente não conhecem os seus próprios direitos, não tem uma boa noção do que fizeram ou não por merecer. O que é no mínimo estranho. O que normalmente se busca com advogados não é o conhecimento de nossos direitos. É, na verdade, algo completamente diferente, e que com muito mais propriedade deveria ser chamado de disputa por trunfos, conquistas, garantias ou privilégios. São palavras muito mais adequadas do que "direitos", pois por definição o que é de nosso direito antes de uma contenda legal e/ou jurídica continua sendo essencialmente o mesmo após essa contenda ter sido empreendida e concluída. Disposição para empregar meios legais ou jurídicos não aumenta ou diminui nossos direitos, nem poderia ou deveria fazê-lo; serve apenas para mudar a postura de outros, principalmente autoridades com poder político e de outros tipos, perante nós. O mito da "descoberta dos direitos" por vias legais e jurídicas me parece ser uma manifestação do apelo do Realismo Fantástico, aquela forma de perceber o mundo que se caracteriza pelo firme desejo de enxergar nas sombras da nossa realidade cotidiana os sinais que indicariam a promessa de um "outro mundo", de claro apelo escapista, repleto de maravilhas ao mesmo tempo muito próximas e completamente distintas de nossas experiências rotineiras, prontas para nos recompensar pela paciência em aguentar um cotidiano tão sem sal e sem graça e nos atender em nossos desejos e necessidades ocultas. É um apelo bastante forte, pois em tese seria possível que a realidade assim fosse. Por esse ótica, o fato de que "ainda" não há evidências claras desses prodígios torna-se uma força em vez de uma fraqueza, pois o que não está provado não pode ser desprovado; o que não tem evidências não pode ser posto em descrédito. Ao mesmo tempo que é pobre, essa fé sem evidências é também teimosa e renitente, quase impossível de se abalar porque sua única sustentação é a vontade de se crer nela. Não é muito diferente quando alguém "busca seus direitos" sem sequer pausar para considerar a contradição lógica inerente à própria idéia de que possa ou deva buscar aquilo que supostamente já é nosso. Para essas pessoas, parece natural que seus próprios direitos sejam algum tipo de segredo ou mistério a ser desvendado ou revelado por agentes externos mediante solicitação, em vez de serem uma parte sólida, consolidada e rotineiramente acessível da nossa percepção de nós mesmos e de nossa relação com a sociedade. Tentar sustentar essa contradição viva é uma opção muito popular. E, naturalmente, só pode ser sustentada através do pagamento do preço necessário. Esse preço é a necessidade de se manter constantemente e intencionalmente confuso a respeito de seus próprios direitos e deveres. Sim, deveres, pois como se sabe, direitos não podem jamais existir sem os deveres correspondentes. Acompanhando essa intencional ignorância sobre nossos próprios direitos e deveres, vem uma noção igualmente auto-sabotada do nosso valor próprio e de nossos papéis enquanto cidadãos, enquanto membros da sociedade. Em suma, trata-se de um fracasso intencional em compreender nossas obrigações e direitos inerentes de cidadania. Por que? Porque para que mantenhamos viva a esperança de eventualmente descobrirmos que de alguma forma merecemos mais do que temos recebido, mais do que os fatos nos indicam nos ser devido, é preciso manter a questão em aberto, é preciso adiar indefinidamente a definição de nossos devidos valores e papéis enquanto pessoas e cidadãos. Ter uma resposta clara e assumir a responsabilidade por ela fecha a porta do encantamento do desconhecido. Acontece, porém, que esse preço é de fato inaceitavelmente alto, nocivo e imoral, pois quando não se tem uma noção clara e sólida do que viria a ser um cidadão e de quais são as consequências da cidadania - tanto os direitos quanto os deveres - a consequência natural e inevitável é uma desconexão, uma falta de compromisso que nos impossibilita de exercermos essa cidadania de qualquer forma significativa. Quem não sabe ou não aceita o seu papel na sociedade não tem como cumpri-lo de forma saudável, afinal de contas. É dessa forma, por esse mecanismo, que a supervalorização que nossa cultura oferece para as atividades legais e jurídicas (chamadas em português, muito impropriamente, de "Direito", em constraste por exemplo com o uso anglófono da palavra "Law", ou seja, Lei, muito mais honesta e adequada) acaba por ser no final das contas, e contra as esperanças de alguns bem-intencionados e o fanatismo míope de muitos outros, não uma auxílio e sim uma grave ameaça ao tecido da sociedade. Sociedades precisam de ampla atitude cívica para se sustentar, e a glorificação do "Direito" legal e jurídico acaba por encorajar o abandono e o descaso para com essa insubstituível atitude cívica.
Escrito por Luis Dantas às 21h26
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Crença não é Fé, ou o que a Religião Deveria Ser.
Quando era pequeno, eu não entendia por que se falava da existência de Deus e da crença nessa existência como se fossem coisas importantes, ao mesmo tempo que se agia como se fossem apenas maneiras convenientes de mudar de assunto e criar um senso de união (mesmo que esse fosse um senso de união frágil e superficial). Com o passar do tempo, e depois de passar pela curiosa experiência de ser catequisado e prestar Primeira Comunhão contra a minha vontade (de fato, sem sequer ser consultado, certamente porque sabiam que eu teria me recusado) e sem qualquer base significativa de sustentação filosófica ou religiosa, constatei que a minha impressão de criança não estava equivocada, embora me faltassem na época elementos e condições para desenvolvê-la; esta cultura em que vivemos realmente valoriza a crença pela crença, e a proclamação de fé como um atalho (indevido, como todos os atalhos) para o consenso. Ora, proclamar fé não é o mesmo que tê-la, e a crença nunca deixou de ser uma caricatura grotesta e inútil desta. Teimar em afirmar que se crê em Deus (por exemplo) é, em si, um ato completamente desprovido de todo e qualquer valor religioso ou moral. Entenda-se bem, não estou dizendo de forma alguma que seja errado crer em Deus, até porque não acredito que seja. O que acontece, porém, é que se trata a crença em si como se fosse de alguma forma louvável, coisa que não é e não poderia jamais ser; a crença em Deus é um ato religioso, um ato pelo qual o praticante deve assumir a responsabilidade e cuidar para que não tenha consequências indesejadas. Crer em Deus não é em si um ato transcendente, nem louvável. De fato, não serve para nada a não ser como parte da construção de conceitos e linguagem para conteúdos sutis de cada pessoa. Se esses conceitos e essa linguagem são de alguma forma verossímeis; se apresentam coerência interna; se são assimilados e empregados de forma moralmente útil, ou pelo menos defensável; e até mesmo se são realmente compatíveis com a estrutura social e psicológica da pessoa que os adotou, são questões completamente distintas e muito mais importantes do que a da eventual "verdade" (inescapavelmente subjetiva) dessa crença. No fim das contas, se, em quantos e em quais deuses alguém crê é uma questão completamente pessoal, que pouco ou nada interessa para outras pessoas. O que tem significado religioso verdadeiro não é, e jamais poderia ser, a crença no "deus certo", e sim a forma como eventualmente se utiliza a inspiração (que pode vir dessa crença ou de outras fontes que nada tem a ver com a idéia de Deus) para construir e cultivar valores, atos e atitudes morais e mentais construtivas, úteis, significativas na realidade de nossa existência interdependente e atrelada a uma série de considerações sócio-econômicas e ecológicas. A religião não se constrói com crenças, apenas se vale delas - e mesmo assim, apenas enquanto não consegue instrumentos mais sólidos e confiáveis. O que sustenta de fato a religiosidade, muito pelo contrário, são as atitudes, escolhas, decisões, metas e posturas de vida. Como bem ilustrado em vários trechos do Evangelho de Lucas da tradição cristã, o que importa é o que se faz, não aquilo em que se acredita. É válido se inspirar no Deus de Abraão, ou em algum outro, ou em nenhum, para orientar posturas religiosas. Mas nem por isso são as posturas de vida que sustentam e validam a nossa existência religiosa, em vez de uma divindade cuja própria existência é na melhor das hipóteses duvidosa.
Escrito por Luis Dantas às 15h38
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Aproveitando o momento, eis um link descrevendo como se faz Cama de Gato:
http://www.alysion.org/figures/catcradle.htm
Escrito por Luis Dantas às 19h31
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Um interessante artigo do Slate a respeito da necessidade de convencer outros a mudar de atitude. http://www.slate.com/id/2228559/pagenum/all/
Escrito por Luis Dantas às 16h56
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Os Estados Unidos não fabricam vacinas contra a Gripe H1N1, que não é lucrativa o bastante para interessar aos laboratórios nacionais, mas encomendou uma quantidade considerável de doses de laboratórios estrangeiros. Os testes já foram feitos. No entanto, a enorme resistência supersticiosa da população norte-americana levou a uma decisão míope de recusar a adição de adjuvantes imunológicos, o que corta pela metade a quantidade de doses disponíveis. Links de referência: Slate - http://www.slate.com/id/2228700/pagenum/all/ Effect Measure - http://scienceblogs.com/effectmeasure/2009/09/this_week_in_swine_flu_vaccine.php
Escrito por Luis Dantas às 08h49
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A Trégua do Natal de 1914
Como se sabe, em 1914 o assassinato de um Arquiduque foi a causa imediata de um conflito impulsionado por alianças políticas entre orgulhosos Impérios que mal imaginavam estar decretando seus próprios fins - a Primeira Guerra Mundial. Um evento frequentemente subestimado devido ao impacto ainda maior e mais horrendo de seu pós-abalo, a Segunda Guerra Mundial. A Primeira Guerra Mundial é, com razão, associada ao Fim dos Impérios, pois durante seu percurso tiveram fim o Império Turco-Otomano, o Império Russo, o Império Germânico e o Império Austro-Húngaro. O Império Britânico sobreviveu nominalmente, e os fantasmas dos demais não estiveram ausentes nos dramáticos conflitos posteriores - mas sem dúvida os enormes e insensatos sacrifícios cometidos em nome da suposta grandeza dos Impérios da época passaram a ser questionados de uma forma visceral e decisiva desde então. Foi um período aterrador da história européia e ocidental - mas foi também, por quase exatamente os mesmos motivos, uma oportunidade particularmente rica de descoberta de valores e propósitos verdadeiros. Talvez nada ilustre melhor essa verdade do que a quase lendária (embora verídica e bem documentada) Trégua de Natal de 1914. Em um conflito que frequentemente envolvia confrontos em trincheiras, onde homens geralmente bem-intencionados e obedientes se viam obrigados a matar-se reciprocamente em nome de suas respectivas nações na fútil tentativa de conseguir mais alguns metros de fronteira por mais algum tempo (e não raro, como nas batalhas de Somme e Verdun, tinham de medir seus avanços em vidas por centímetro, apenas para ver todo o seu trabalho desfeito depois de algum tempo e ao custo de outras tantas vidas), não era nada raro ter quilômetros de fileiras de soldados entricheirados a apenas algumas poucas dezenas de metros de seus supostos inimigos. Ambos os lados estavam sob risco de morte a cada vez que levantavam as cabeças, ordenados a manter o posto por tempo indeterminado, e literalmente mergulhados na lama e cercados de cadáveres que apodreciam sem poder ser enterrados. Pior ainda, ambos os lados estavam também obrigando um ao outro a ficar nessa exata situação miserável, conscientemente. Quero crer que é apenas humano querer interromper um impasse tão completamente insensato. E de fato, foi exatamente essa a decisão que os oficiais de baixo escalão presentes na frente ocidental acabaram por tomar, várias vezes. Um dos primeiros episódios do gênero, mas de forma alguma o único, foi a famosa Trégua de Natal de 1914, onde tropas Britânicas e Germânicas presentes na Bélgica decidiram espontaneamente promover a paz que o então Papa Bento XV não havia conseguido decretar. 
Infelizmente, o exemplo não foi seguido pelos escalões superiores. As pressões políticas e as vaidades nacionais eram ainda excessivamente fortes, e os soldados foram obrigados a retornar, relutantemente, a se matar em um conflito que nunca teve muita razão de ser. Mas sempre fica a doce lembrança do momento em que os cães de guerra se cansaram de ser apenas instrumentos de morte e decidiram lutar ardentemente pela paz da forma que realmente funciona. Link recomendado: http://www.christmastruce.co.uk/
Escrito por Luis Dantas às 01h41
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Recentemente postei em um fórum algo que ilustra bem por que não vejo qualquer problema em considerar a religião independente do conceito de Deus, além de necessária e muito mais importante do que este: Do you have a sense of the sacred? What does that phrase mean to you?
Yes, I do. To me the sacred is the attribute of things, situations, feelings, and motivations that directly involve a conscious choice of contributing to the eventual establishment of stable, vital, healthy environments. Key to that definition is some degree of intention, of purpose. Just as central is that such goal must be directly (if probably humbly) related to the artful balance between stability and vitality - a balance that is unavoidably a permanent challenge to keep, although not necessarily a difficult or hurtful challenge. Thing is, such a balance is in some very real sense actually alive; it sort of indicates its own desirable next steps as it develops. There are some who interpret that vital nature of the balance as evidence of the existence of something they call "god". Maybe they are right. I just don't see reason to agree with them, partially because I don't think they quite agree among themselves on just what "god" would be.
Escrito por Luis Dantas às 01h29
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Não é só aqui no Brasil que o Governo tem idéias exóticas sobre o seu papel: http://www.fivethirtyeight.com/2009/03/new-terri-schaivo.html
Escrito por Luis Dantas às 14h26
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Falsos dilemas sobre o uso de células-tronco
http://www3.thedailybeast.com/blogs-and-stories/2009-03-02/an-ethical-non-quandary/
Escrito por Luis Dantas às 09h36
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Um artigo sobre a mudança de perspectiva da WWW
http://www.pcpro.co.uk/blogs/2009/03/05/dreamweaver-is-dying/ Este artigo tem alguma informação da transição que já está em andamento, da WWW para a assun chamada Web 2.0. A diferença principal é a descentralização das responsabilidades de apresentação e edição de conteúdo, possibilitada por ferramentas de CMS (Content Management System, ou Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo) como os próprios blogs, softwares de Wiki como o MediaWiki e o DokuWiki e ferramentas como o Joomla e o Drupal. Mais ou menos no meio desse caminho ficam os tradicionais fóruns PHP baseados em ferramentas como o SMF. A tendência - mundial e irreversível - é que cada vez mais os usuários de Intranets corporativas e de sítios WWW passem a eles próprios, pessoalmente, decidir não apenas o conteúdo a ser acrescentado ou modificado, mas também a tratar de alguns aspectos da apresentação e a publicar diretamente o conteúdo, sem envolver algum tipo de gerenciamento central de conteúdo WWW. As tarefas desse gerenciamento central de WWW passam a se concentrar (como já precisam fazer a algum tempo) na manutenção das ferramentas propriamente ditas - tarefas envolvendo o direitos de acesso, criação e ajuste de templates, atualização e homologação de ferramentas de publicação para o uso direto do usuário final, backup de conteúdo. Não é uma mudança que pode vir a acontecer, ou mesmo que deva acontecer; é uma mudança que já está acontecendo há alguns anos, e não poderia ser evitada, por uma simples questão de escala; não há como proporcionar técnicos de informática dedicados para cada usuário interessado em publicar conteúdo WWW, até porque não existem tantos técnicos assim, muito menos interesse administrativo em contratá-los nessa quantidade. Ou os usuários passam a assumir parte da responsabilidade técnica pela publicação de conteúdo na WWW, ou suas instituições ficam decisivamente para trás na competição maior. No entanto, bem mais do que um problema, essa é uma oportunidade para funcionários e cidadãos adquirirem um certo grau de autonomia técnica.
Escrito por Luis Dantas às 14h43
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IRPF 2009
Já é possível baixar o programa da declaração deste ano. Enquanto não acontece ainda a disponibilização via Torrent (que seria o caminho lógico e natural), continua sendo difícil encontrar uma brecha para baixá-lo. Principalmente a versão de arquivo único, que agora alcança 11 megabytes. Por esse motivo, recomendo que se baixe a versão em nove arquivos, que reduz o risco de ter de recomeçar do zero. Estou baixando aos poucos e disponibilizando via http://www.dantas.com/IRPF2009, inclusive as versões em Linux e o ReceitaNet 2009. Espero melhorar a apresentação em um futuro próximo. Ou se quiser ir direto para o ataque, baixe a cópia local que fiz. E passe adiante, distribua; se possível, via Torrent, como a Receita Federal deveria estar fazendo já há alguns anos. Se tudo sair como espero, logo terei meu próprio seed Torrent para estes programas. Vejam também: http://www.gfsolucoes.net/gustavo/curiosidade/receita-libera-download-do-irpf-2009/
Escrito por Luis Dantas às 08h48
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IRPF 2009
Já é possível baixar o programa da declaração deste ano. Enquanto não acontece ainda a disponibilização via Torrent (que seria o caminho lógico e natural), continua sendo difícil encontrar uma brecha para baixá-lo. Principalmente a versão de arquivo único, que agora alcança 11 megabytes. Por esse motivo, recomendo que se baixe a versão em nove arquivos, que reduz o risco de ter de recomeçar do zero. Estou baixando aos poucos e disponibilizando via . Se tudo sair como espero, logo terei uma cópia para acesso via Torrent também.
Escrito por Luis Dantas às 08h44
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